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terça-feira, 20 de março de 2012

Espere que estou chegando

 











Espere que estou chegando
Eu não posso mais ficar
Esse lugar é uma loucura
Não consigo respirar

Tem gente de toda gente
Gente de todo lugar
Só não tem a que me ama
Ela esta em outro lugar

Adeus
Adeus
Eu vou e não volto mais
Adeus
Adeus
Volto pra terra natal

Minha terra é tão pequena
Mas como ela é bonita
Lá ainda tem um rio
Correm águas cristalinas

É lá que eu vou viver
Pra cá eu não volto mais
É lá que eu vou morrer
Na minha terra natal

Laia laia, laia laia laia
Laia laia, laia laia laia

Manoel 20/03/2012

4 comentários:

  1. Isso me lembra Fogão de Lenha, do Lamartine, né? O Chitãozinho e Xororó cantavam. E era uma delícia sentir o aroma do café, coado na hora, o cheiro do mato molhado e do poeirão tentando levitar...

    Manoel, criamos uma cidade grande cibernética. Grande demais e propensa à exageros. Coisas ruins. E tem muitas coisas boas também.

    Mas sabe qual é o grande problema? Pessoas e coisas boas são naturalmente boas. Sem mais, nem menos. Na medida exata da Verdade.

    Já as ruins... como adoram um exagero!

    Será bem vindo na sua terra natal, com toda a certeza. E deixa uma caneca de jeito. Vamos tomar esse café sim.

    Abraços

    José Sidney Pereira

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  2. Tem horas que despertamos e percebemos que estamos em terra estranha habitada por gentes ocas, vazias, e perdidas em ambições nos impossibilitando de respirar. Então damos um salto pegamos as malas da sensatez e adeus, vou para terra de gente que gosta de gente de verdade e que com sentimentos sabe o que é viver, minha terra natal onde nasci em meio ao que realmente tem brilho e vida...

    Laia laia, laia laia laia
    Laia laia, laia laia laia

    Beijossssssssss

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  3. Manoel, ainda não conhecia este teu espaço, parabéns!

    Voltar às origens é uma necessidade muito humana. Necessidade essa, que se vai adensando quanto mais perto estamos do fim do ciclo.

    Abração!

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  4. É sempre bom voltar pro aconchego...
    E ele sempre está onde plantamos as nossas raízes.
    Gostei Manoel,
    Um abraço.

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